quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

BRILHO


Brilho



Ainda que o amor ao meu coração possa voltar,

Ainda que à terra o céu possa tocar,

Nada a Tua imagem irá apagar.





Nos devaneios da solidão,

Teu brilho ecoa em minha alma,

E insiste em me queimar.





A ira deforma uma realidade,

Que nada consegue espantar,

Iluminando ainda mais Teu brilho,

Que insiste em me queimar.





Sei que a razão a tudo alcança,

Alimentando a experança,

De um dia Teu brilho apagar.



JOÃO PEDRO

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