segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

NO SILÊNCIO DA NOITE


NO SILÊNCIO DA NOITE

Foi numa noite de luar,
Que me senti levar,
Foi então que tive em mente,
Ser estrela cadente,
Vaguear como duas almas apaixonadas,
Juntas pelo universo,
Libertar-me, destas amarras da vida,
Sendo livre de voar pelo mundo,
Sem parte definida,
Sem local de chegada,
Sem destino escolhido,
Essa liberdade de viver,
Apenas se compadece, com a vontade de oferecer.
Por vezes, procuro-me no luar,
Fascina-me o teu olhar,
Pergunto-me, se estou a sonhar,
Não sei !
Sei apenas, que tenho sempre o luar,
Para me acompanhar!


JOÃO PEDRO

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